Só podia ser invenção do país do sol nascente: imaginem que vão a um salão de jogos e metem moedas numa máquina cujo jogo consiste em enfiar um dedo de plástico pelo rabo acima de alguém. Quanto mais força exercerem, mais pontos ganham e maior é a expressão de dor (pudera) da personagem, podendo o jogador escolher entre o/a ex, a sogra, uma prostituta, um pedófilo, entre outros.
Os criadores deste lindo jogo advogam que é uma maneira muito eficaz de aliviar o stress, mas eu cá acho que só pode mesmo ser uma desculpa para a malta tarada não se sentir tão... tarada.
Pergunto-me, ainda assim, se dará para fazer o upload de imagens e criar outras personagens...
O fim da Internet: mete o videojogo no...
22.6.09
Disse eu, a divina Rachelet aí pelas 09:30
Enfiei isto na gaveta O fim da Internet
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9 postas de pescada:
Dá para pôr o dedo no traseiro do Sócrates?!?!
Quando tiver a oportunidade de estar frente a frente com esta máquina, experimentarei o upload dessa e outras personalidades-alvo.
Aff... Jung explica...
Blhéc! Assim de repente acho que consigo pensar em maneiras mais sãs de descarregar a minha raiva.
Ele há cada tara...
Ibirá e Formiguita: temos de ver que os nipónicos em geral (e os tech geeks das urbes em particular) são conhecidos pelas suas várias taras sexuais, coisa que lá se vai reflectindo em todos os demais produtos da sua sociedade.
(sim, eu quero muito visitar o Japão... para fins antropológicos, veja-se!)
Para fins antropológicos vale a pena visitar tudo...
Concordo com o Ibirá...
Os japoneses são, sem dúvida, o povo mais estranho do planeta.
Excluíndo...
...não, são mesmo os mais estranhos!
Ibirá e Formiguita: bem que eu precisava de uma bolsa antropológica para ir lá... er... estudar os costumes e a sociedade.
Bxana: fiquei a pensar e realmente não encontro outro povo que os bata em bizarria.
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